Estatísticas mundiais sobre a saúde demonstram, com consistência, que as nações que mais consomem carne têm maior incidência de doenças cardíacas e cancro, enquanto entre os vegetarianos de diversos países há menor incidência dessas doenças. Há muitas razões científicas convincentes e sem apelo à emotividade ou ao sentimentalismo para não comermos carne. Se analisá-los cuidadosamente, certamente desejará experimentar uma dieta vegetariana de agora em diante.
- Alimentos acidíferos. A carne, o peixe são altamente acidíferos, ou seja, causadores de acidez. Uma das maiores causas de problemas digestivos é o excesso de acidez. O corpo, no seu estado natural, é ligeiramente alcalino. Quando ingerimos muitos alimentos acidíferos, o nosso sangue torna-se ácido, então, nossos órgãos purificadores do sangue – o baço, o fígado, os rins – e o coração ficam sobrecarregados, enfraquecidos e susceptíveis a doenças, tais como, hemorróidas, problemas renais e de fígado, a pressão alta, as doenças cardíacas, a asma e outras alergias.
- Envenenamento. Quando um animal está pronto para ser sacrificado, a bioquímica do seu organismo, devido ao seu medo extremo, são lançados na corrente sanguínea do animal, causando dores e envenenando toda a sua carcaça. De acordo com a Enciclopédia britânica, toxinas do corpo, inclusive o ácido úrico e outras substâncias, estão presentes no sangue e nos tecidos dos animais abatidos. "As proteínas obtidas de nozes, leguminosas (lentilhas, ervilhas, etc.), cereais e derivados do leite são consideradas como relativamente puras quando comparadas com as da carne de gado, que possuem um teor de 56% de impurezas". Segundo o instituto de Nutrição dos Estados Unidos, "a carne de um animal morto está repleta de toxinas e outros sub-produtos nocivos".
- Cancro. Vários estudos comprovam que há uma maior incidência de cancro nas pessoas que comem carne. Uma das razões é o de se acrescentar produtos conservantes, como nitritos, nitratos e outros, para dissimular a cor esverdeada que esta adquire alguns dias após a morte do animal. Usam-se essas substâncias para dar cor avermelhada à carne, apesar de, recentemente, muitas dessas substâncias terem sido consideradas cancerígenas. Estudos recentes têm apontado o nitrato como um dos principais causadores de cancro do estômago. Assim sendo a cancro intestinal é o segundo tipo mais comum de cancro a seguir ao cancro dos pulmões. Todos os outros tipos de cancro, da mama (as mulheres que comem carne têm quatro vezes mais chances de contrair cancro da mama do que aquelas que consumem menos ou nenhuma carne), dos ovários, do útero e da próstata, também já foram associados directamente ao hábito de comer carne.
- Nem sempre os nossos antepassados comeram carne. Alguns cientistas concluíram que os nossos ancestrais remotos eram vegetarianos e que não comiam carne senão em períodos de extrema necessidade
- Muitos indivíduos e civilizações deram importância a uma dieta vegetariana, por razões de saúde, clareza mental ou por motivos espirituais (as antigas civilizações gregas, egípcias e hebraicas descreviam o homem como frugívoro. Platão Sócrates e Pitágoras foram defensores da dieta vegetariana.)
- As características fisiológicas do ser humano, as funções do seu corpo e do sistema digestivo são completamente diferentes das características dos animais carnívoros semelhantes às dos animais frugívoros e herbívoros.
- Índice elevado de doenças (cancro, doenças cardíacas, gota, artrite, doenças renais, osteoporose) e longevidade inferior
- Os vegetarianos são mais saudáveis do que as pessoas carnívoras
- Os vegetarianos têm maior capacidade física do que as pessoas carnívoras
- Se o consumo de carne em todo o mundo fosse reduzido à metade, haveria alimento para todos.
- A carne é o mais anti-económico e ineficaz alimento produzido, o custo da proteína da carne é vinte vezes mais alto do que a proteína vegetal, que é igualmente nutritiva. Para a produção de carne, precisa-se de uma área 17 vezes maior do que a necessária para a plantação de soja. Além disso a soja é mais nutritiva, contém menos gordura.